A Constelação e os signos do Zodíaco

 
Desde a antigüidade o homem, levantando a sua cabeça para o céu,
começou a indagar o que significavam todos aqueles pontos brilhantes
que apareciam desde o momento que o Sol se punha. E, para guiá-los
na noite, os homens das primeiras civilizações
abriram mão de
um artifício. As chamadas estrelas fixas estão a uma tão grande distância
da Terra que seu movimento fica imperceptível aos olhos humanos, de
forma que sua posição no céu leva milhões de anos para se modificar.
A humanidade que desde sua origem, sentiu a necessidade de perpetuar
imagens de seu cotidiano, assim deixou gravados os primeiros desenhos
de animais que são vistos nas cavernas paleolíticas. Movidos por
sua necessidade de se guiarem durante a noite escura do deserto,
os povos da antigüidade - especialmente aqueles que viviam entre os
rios Tigre e o Eufrates - acharam conveniente ligar entre si aqueles
pontos luminosos representados pelas estrelas fixas e que,
aparentemente, poderiam tomar formas de animais ou mesmo de seres
legendários. Esta identificação ou classificação feita pelos povos da
antigüidade, ainda hoje faz parte de nossa tradição e ajuda os seres
humanos a se localizarem, seja em terra que no mar. É lógico que as constelações representam o céu a partir de um determinado
ponto de observação da Terra. Se nos localizássemos na Lua ou em Marte o mesmo desenho não poderia ser aplicado às
constelações. De fato, elas são ‘desenhadas’ sobre a abobada celeste, que é representada como um grande globo estelar
imaginário em volta da Terra. Das 89 constelações, somente doze são tocadas pelo Sol em seu caminho aparente em volta
da Terra. Aliás, treze. São elas: Áries - Touro - Gêmeos - Câncer - Leão - Virgem - Libra ou Balança - Escorpião -
Sagitário - Capricórnio - Aquário - Peixes e Ophiuchus ( o portador de serpente ) descartado na Roda Zodiacal.
Graziella Marraccini
Fontehttp://www.sinfoniabeijaflor.com

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