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Kurt Lewin o fundador da Escola da Dinâmica de Grupo

Introduziu o conceito de equilíbrio “quase estacionário” nos processos grupais para significar o campo de forças existentes dentro dos grupos e que conduzem a processos reguladores, um grupo pode compensar a ausência de um colega pela contribuição aumentada dos outros membros. Os processos grupais e os hábitos sociais não são estáticos; ao contrário, são processos vivos e dinâmicos...

Dinâmica de grupo é a “soma de interesses” dos componentes do grupo e que pode ser “ativada” por meio de estímulos e motivações, no sentido de facilitar a harmonia e melhor relacionamento humano. As relações entre os membros de um grupo recebem o nome de relações intrínsecas. Por outro lado, as relações extrínsecas são relações que o grupo ou membros do grupo mantêm com os outros grupos ou pessoas. Como um ser social, o homem tem necessidade de estabelecer relações com outras pessoas.
Fonte: http://www.coladaweb.com/

Em busca do olhar

Objetivo:
Trabalhar o aprofundamento da integração no grupo e exercitar a comunicação não verbal.

Como Fazer:
1. O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de pé em círculo a uma distância razoável.

2. Em seguida, pede-se que a pessoas se concentrem e busquem olhar para todos no círculo.

3. O facilitador poderá escolher uma música sentimental, leve, que favoreça o encontro não verbal, até sintonizar numa pessoa cujo olhar lhe foi significativo.

4. Ao encontro desses olhares, as pessoas se deslocam lentamente umas para as outras, indo se encontrar no centro do grupo.

5. Abraçam-se e cada uma irá se colocar no lugar da outra.

6. O exercício prossegue, até que todos tenham se deslocado em busca de alguém, podendo,ainda, cada pessoa fazer seus encontros com quantas pessoas sinta vontade.

Conclusão:
Normalmente, essa experiência é de uma riqueza extraordinária. Barreiras são quebradas,pedidos de perdão são feitos, tudo isso sem que se diga uma palavra. Cabe ao facilitador ter sensibilidade para a condução de troca de experiências não verbais. Essa dinâmica também é excelente para encerramentos de atividades grupais em que as pessoas passaram algum tempo juntas.

O pêndulo

Objetivo:
Estabelecer um clima de confiança e segurança entre as pessoas. É mais apropriado para gruposque já estão convivendo há algum tempo, onde já existe um certo grau de afinidade e empatia.

Como Fazer:
1. Pedir que as pessoas caminhem, devagar, passando umas pelas outras, olhando-se.

2. Formar subgrupos de três participantes.

3. Dois devem ficar em pé, frente a frente e o terceiro ficará entre os dois (de frente para um e decostas para o outro).

4. O do meio deve ficar bem ereto, pernas juntas, braços esticados e colados às pernas.

5. Os outros dois devem se posicionar com uma das pernas um pouco atrás, bem firmes, e as mãos espalmadas, em posição de apoio.

6. O do meio deve, de olhos fechados (preferencialmente), jogar o corpo inteiro - não flexionar apenas da cintura para cima, é o corpo inteiro mesmo! - para frente e para trás, formando um pêndulo.

7. Depois de alguns minutos, revezar, até que os três tenham participado do exercício.

Variação da Dinâmica:
Os mesmos procedimentos podem ser aplicados para subgrupos maiores (entre cinco e sete participantes). Desse modo, a pessoa que estiver no centro deve pender para todos os lados, suavemente.

Conclusão:
- Como foi estar no meio?- Você teve medo?- Confiou plenamente?- Acreditou que poderia cair?- O riso (se tiver acontecido) dos que estavam segurando lhe deixou inseguro?- Teve dificuldade de se entregar totalmente? Por quê?

Minha metade está em você

Objetivo:
Promover a aproximação das pessoas do grupo e incentivar o diálogo e novas amizades.

Preparação:
a) Recortar cartelas de cores variadas, tamanho aproximadamente de 10 x 5 cm, em número suficiente, de modo a não faltar para ninguém.

b) Escrever em cada cartela, uma frase significativa (pode ser versículo bíblico, parte de uma música, um pensamento, etc.)

c) Cortar as cartelas ao meio, de modo que a frase fique dividida.

Como Fazer:
1. A dinâmica inicia-se com a distribuição das duas metades, tendo o cuidado para que todosrecebam.

2. Estabelecer um tempo para as pessoas procurarem as suas metades.

3. À proporção que cada dupla se encontrar, procurará um lugar para conversar: o ponto de partida é a frase escrita na cartela.

4. Após dez minutos, mais ou menos, o facilitador solicita que algumas duplas falem sobre a experiência, o que sentiram, como foi o encontro, etc.

Ser Igreja

Objetivo:
Realçar a importância de cada um de nós na comunidade cristã.

Material:
Uma folha em branco para cada um.

Como Fazer:
a) Entregar uma folha de papel ofício para os participantes.

b) Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as folhas e observar; todos unidos formarão uma sintonia alegre, onde essa sintonia significa nossa caminhada na catequese, e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e com isso teremos coragem de enfrentar tudo, quando catequizar é nossa salvação.

c) Mas no decorrer do tempo, as dificuldades aumentaram, ficamos desmotivados por causa das fofocas, reclamações, atritos etc. Com isso surgem as dificuldades, os descontentamentos.

d) Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque, e voltaremos a movimentar a folha,todos juntos, verificando que não existe a sintonia alegre, agora só resta silêncio.

e) Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da mão e fechando a mão, torcendo o centro da folha, formará uma flor.

f) Essa flor será nossa motivação, nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese.


Comentário:

É um convite para uma esperança, para que assumamos a responsabilidade de realizar a vida.Todos nós apenas uma parcela pessoal e social, nessa construção de uma humanidade nova?Cheia de esperança e realizações.
 
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